novembro 24, 2008

a brunilde inventa um passatempo

este jardim tem andado numa azáfama, nos últimos dias. a Humana cheia de afazeres, quase sempre ausente de casa. e adivinhem lá para quem é que sobra a responsabilidade de manter tudo em ordem, por cá? para mim, idun, é claro!
há dias, em conversa com as minhas irmãs, filhos e rafeirinho lost, achámos que era injusto que a Humana se visse obrigada a trabalhar tanto, para nos sustentar. elaborámos um plano para conseguirmos angariar algum dinheiro e metemos, logo em seguida, patas à obra. assim, durante a noite, o lost passou a fazer ronda, para manter a segurança aqui na rua. serviço pago, obviamente, pelos moradores das vivendas que não têm cão de guarda. os meus filhos, artur e lancelote, e a mimosa, são exterminadores implacáveis dos ratos existentes nos quintais da vizinhança e também são pagos por esse trabalho. o gato jasmim, apesar de cego, ajuda o casal vizinho a amanhar a terra da horta. eu supervisiono as tarefas e responsabilizo-me pela parte da contabilidade. e a brunilde...
a brunilde passa os dias entregue à boa vida:
quando arranjei coragem para lhe chamar a atenção para o facto de ser a única que não tem colaborado na execução do nosso plano,não me livrei de levar dois tabefes, antes que ela me respondesse:
- o teu cérebro, idun, é do tamanho de uma ervilha murcha. tenho passado estes dias a pensar e a inventar passatempos. até já tenho um preparado, só preciso que me corrijas os erros ortográficos e o publiques, em seguida, no blog.
assim fiz. deixo-vos com o passatempo inventado pela brunilde.

PASSATEMPO
observem com atenção a foto que se segue e respondam à seguinte pergunta:
onde está a brunilde?


@ quem acertar, terá a oportunidade de sustentar a bicharada cá do jardim, durante um período de seis meses. ração e paté das melhores marcas, peixe fresco cozido com legumes e outros acepipes. como prémio, poderão levar-me a mim, a simpática brunilde, para os seus lares, por períodos a combinar, desde que os mesmos disponham do conforto adequado a uma felina exigente: se for no período frio, por exemplo, terão de ter um mini-colchão permanentemente aquecido, mantas polares e outras coisas que especificarei, na altura.

@ quem não acertar, será penalizado. terá de transferir um mínimo de 100€ (cem euros) para a minha conta bancária, cujo NIB indicarei, oportunamente.
@ àqueles que resolverem fingir que não leram este post e saírem de mansinho, sem deixar comentário, será aplicada uma multa de 200€. caso resolvam não pagar, serão seguidos pelos "Cobradores do Fraque" e brutalmente espancados por meliantes contratados por mim, logo que os apanhem, a horas mortas, numa rua deserta.

é tudo, amigos. espero que se divirtam com este passatempo. marradinhas e ronrons da
brunildinha

novembro 18, 2008

um presente que nos chegou do brasil


o beco dos felinos completou seis meses de actividade blogosférica, e a sua autora resolveu presentear todos os visitantes do blog com este selo. parabéns, claudinha!

este simpático gesto veio lembrar-me que o "pequeno jardim com gatos" cumpriu um ano de existência, no passado dia 1 de novembro. e eu, atarefada com outras coisas, nem sequer me lembrei de comemorar essa data...

aproveito a ocasião para agradecer as vossas visitas e comentários e deixar-vos, em nome dos habitantes do jardim, um enorme abraço.

novembro 09, 2008

o que é que se passa contigo, boris?!?


olá, idun!
não sei se é da chuva ou do fresco das manhãs ou do quentinho da cozinha, mas sinto-me um pouco diferente: olhos "pesados", um apetite por comida verdadeiramente incontrolável, capaz de arriscar uma repreensão e olhares incrédulos dos meus amigos humanos. o que será que me está a acontecer?
apesar de tudo, quando eles se zangam comigo, sempre me resta o aconchego da amy, a minha amiga peluda...


até breve,
boris

novembro 02, 2008

jasmim e o sol




o frio de novembro, a fazer-se sentir. é tempo de dormitarmos dentro de casa, no aconchego das almofadas e das mantas coloridas que a Humana escolheu para nós.
mas hoje o jasmim, o gatinho cego, preferiu ir para o seu cesto, no quintal, e ali esperar os tépidos raios de sol que, a meio do dia, o vieram acarinhar.

Arquivo de jardinagem

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