Mostrar mensagens com a etiqueta artur. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta artur. Mostrar todas as mensagens

junho 11, 2009

o bondoso artur

o napoleão e o silvestre já estão a morar nas suas novas casas, na Ericeira. tal como a Humana previa, adaptaram-se rapidamente. cada um deles foi morar com um jovem casal, sem filhos, e ambos conquistaram, rapidamente, o coração e os mimos dos seus humanos.
agora, é tempo de arranjarmos quem fique com dois dos gatinhos que restaram, e que só serão entregues a partir de 15 de julho, data em que a dominó vai conhecer, também, aquele que será o seu novo lar, em casa de um amigo da Humana, no Porto.
já vos tinha contado que o meu filho artur tomou a seu cargo a guarda dos pequenitos, poucos dias depois de eles nascerem. ajudava a mãe a tomar conta deles, lambia-os, transportava de volta para o cesto algum malandrinho que de lá tivesse escapado e que a mãe, ocupada com os outros filhotes, não conseguia ir buscar.
os bebés cumprem, dia 15, dois meses de vida. e continuam a ver no artur um protector que não os larga por muito tempo, estejam eles em casa ou no jardim, onde já brincam com a plantas e com quase tudo o que encontram. é ver, quando eles estão lá fora, os pedais da bicicleta da Humana num autêntico virote!
ela disse-me que sempre soube que, quando há várias gatas fêmeas numa colónia e uma delas tem filhotes, há algumas que também colaboram no cuidados e educação a dispensar aos bebés. mas diz que foi a primeira vez que viu um macho assumir essas tarefas, e com tal zelo.
o casal de vizinhos com quem vivem o branquinho e o ruca - o azul da rússia que é amigo inseparável da mimosa - já nos transmitiram estarem a sentir a falta das visitas do arturzinho, que habitualmente aparecia para passar um bocadinho com eles... e lanchar. mas como pode ele afastar-se, nesta altura, de casa, quando tem três gatinhos para tratar? três gatinhos, que felizes, se deitam...


... no aconchego do seu terno abraço.

março 24, 2008

hoje estreei-me em fotografia

a Humana tem andado engripada e sem paciência para nos fotografar. passa a vida a beber cházinhos quentes, com limão e mel ou, então, sentada no seu cadeirão, a ler policiais.

pedi-lhe a câmara emprestada e algumas instruções acerca do seu funcionamento e resolvi começar por fotografar os meus filhotes. sei que as fotos poderiam ter ficado melhor mas, baixinha como eu sou, em comparação com a Humana, só os consigo fotografar estando mesmo ao nível deles, pois não me atrevo a tentar puxar a câmara por aquela alça que ela tem e levá-la para cima de um móvel. já viram a tragédia que era, se eu a deixasse cair? no máximo, disse a Humana, podes por-te em cima de uma cadeira! assim fiz.

bem, vejamos os primeiros resultados:





este é um dos meus filhotes, o artur. agora reparo como ele cresceu e se transformou num vivaço gatarrão. um vândalo, é o que ele é, diz a Humana. sempre pronto a arreliar o cachorro lost e a desencaminhar o irmão para patifarias. se não tivesse ficado connosco, a esta hora já teria enveredado pelos caminhos da delinquência, diz ela. que exagero! pode ser brincalhão, mas não conheço bicho mais meigo do que ele.




este é o lancelot, irmão do artur. tem, como ele, um ano de idade e ainda não perdeu o ar de bebé. é muito dependente do irmão, segue-o para todo o lado e imita tudo o que ele faz. a princípio, por brincadeira, a Humana até lhes chamava "dupont & dupond"...


o cachorro lost não gostou da ideia de ser fotografado por mim, assim tão de perto. tive de ser rápida e de me afastar, mal acabei de fazer a foto, não fosse ele dar-me uma mordidela. eheheh mas valeu a pena, correr o risco. já viram o ar de anormal com que ele ficou? esta, vai dar para eu me rir, durante muito tempo...





e, por fim, a Humana permitiu que eu a fotografasse. assentei a câmara em cima das costas do cadeirão, carreguei no botão respectivo, e aqui está ela, enfezada e de olhos baços e congestionados. afinal, não há tez minhota que consiga resistir aos efeitos de uma gripe a sério! mas nós gostamos muito da nossa Humana, mesmo em dias assim.



o artur pediu-me que eu dedicasse as fotos dele à sua querida tia lili, a humana que vive com a nossa colaboradora OIN . só porque ela lhe acha muita graça e tem, por ele, um especial afecto.

Arquivo de jardinagem