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setembro 11, 2014

belas passeatas

a princípio, o Lost não ligava nenhuma ao cãozito Putchi. até que este, velhote sabidão, lhe ladrou:
ó chefe, vê lá se não andas tão depressa. com as minhas patas curtas, nem a correr te consigo acompanhar...
o nosso rafeiro quase rebentou de orgulho.  habituado a obedecer aos nossos caprichos e às ordens da Humana, viu-se, de repente, promovido a líder!
está bem, felpudo, podes seguir-me. e escusas de estar sempre a  ver se a Humana vem atrás de nós. a partir de agora, eu responsabilizo-me por ti.
espera aí, ó pata-curta! tenho de farejar estas ervas e fazer uns reconhecimentos.

a dona do Putchi regressou a casa, no início da passada semana. o Lost já sugeriu à Humana convidarem-no, de vez em quando, para um passeio ou uma ida ao café.
não é que eu tenha saudades dele, Humana. só quero que continue a saber quem é que manda, para o caso de termos de tomar conta dele, outra vez.

agosto 27, 2014

o empecilho

a gataria cá do jardim está em grande forma, apesar do calor. temos recebido visitas, gente  pouco dada a gritarias e confusão, coisas que não apreciamos. a Humana vai repondo, a ritmo de caracol, as imagens que desapareceram aqui do blog.
o Lost anda um bocado amofinado, por ter de suportar, de há uns dias para cá, a companhia do cãozito Putchi, cuja dona foi viajar, deixando-o entregue - a ele e à gata Minie - aos cuidados da Humana.
conta-nos o nosso rafeiro que o Putchi é um grande manhoso: na hora de ir passear, é vê-lo a sair, a toda a velocidade, do prédio onde mora; na hora de voltar para casa, o caso muda de figura.
"olha lá, ó Putchi, não consegues andar mais depressa? ", pergunta o Lost.
"tenham lá paciência, é a velhice a atacar-me as patas..."

por isso, volta e meia, ouvimos o Lost desabafar: " será que nunca mais chega o dia de me ver livre deste empecilho?"




junho 18, 2014

irresistível

o calor resolveu dar-nos folga, a mim e à bicharada. nestes últimos dias, os gatos já não precisam de procurar um pouco de frescura na terra húmida. deitam-se, agora, nos respectivos cestos ou nos seus recantos favoritos, passeiam pelos telhados, brincam e vigiam, do alto dos muros, a estrada e os campos.
apesar de gostar de dar um pequeno passeio diário no jardim, a brida continua a preferir estar dentro de casa. deitada no seu cesto, observa, tranquila, o arvoredo, as ervas  que ondulam ao vento, já queimadas pelo sol. 


o dia nasce com o canto dos pássaros que moram nas árvores em frente à casa.
logo que o  café que habitualmente frequentamos abre as suas portas, lá estamos, eu e o Lost, para um pequeno-almoço sem pressas. 
enquanto leio o jornal, o Lost vai cativando os restantes frequentadores da esplanada. de todos ganha qualquer coisa: um pedacinho de pão com manteiga ou fiambre, parte de uma torrada ou de um bolo seco.
não vale a pena insistir com as pessoas para que o ignorem ou não lhe dêem nada. tenho de compreender que é realmente difícil não oferecer um pequeno mimo a um bicho tão expressivo, com um olhar tão terno e alegre como o dele. não concordam comigo?



novembro 19, 2012

cenas de uma manhã de domingo

8h30
lost- então, dona? hoje é dia de irmos dar um passeio graaande. arranja-te, vamos!!

9h
lost - dona, nem me digas que vais sair e não me levas! vais divertir-te e deixar o pobre do teu rafeirinho em casa? que tristeza...
Humana - lost, hoje tenho muitas coisas para fazer. fica para outro dia, sim?
lost - como queiras. mas fico tãaao triste...gostava tanto de ir... e tu também precisas de te animar. anda lá!...por favor!

9h40
Humana - vá, lost, entra no carro, vamos até à praia.
lost - praia? disseste praia?? foi mesmo "praia"??? ena! vizinhança, eu e a minha dona vamos passear na praia! dona, não te esqueças dos meus snacks, não? espera um bocadinho, deixa-me dar mais umas corridas, para todos verem como estou contente! ena!! vivaaa!uuupa! lá vamos nós!!!

final da manhã:



lost- então, dona, não foi uma boa ideia termos vindo? fartámo-nos de correr e de brincar...o quê, tu não correste?   eh grandalhão! afasta-te, senão levas uma trinca au! au!grrr ...au! - pronto, já foi a correr ter com os donos, viste?
posso comer um snack? e água, trouxeste água? estou cheio de sede... olha, se calhar espero pela tua tosta e dás-me um bocadinho. só para provar...  que dizes, um snack ou dois, e um ou dois bocadinhos da tua tosta, pode ser? e que tal, vários snacks e ....


março 02, 2012

VID


olá, amigos!
ando um bocado aborrecida com a Humana. pôs-se a falar de limões, no post anterior, em vez de vos informar de que já estou completamente curada da minha infecção renal. tenho de comer uma comida especial e de tomar, diariamente um comprimido; mas agora já conheço as manhas da Humana e é o cabo dos trabalhos para me apanhar, quando suspeito que ela me vem dar a medicação.
o lost anda impossível de aturar e não me largou enquanto eu não lhe prometi que publicava a foto acima, aqui no "pequeno jardim".
é que, no domingo passado, devido ao seu ar simpático, foi autorizado a frequentar a esplanada de um bar de praia muito "in"; teve um comportamento exemplar, enquanto lá esteve, deixando a Humana cheia de orgulho (embora nos tenha confessado que fez um grande esforço para resistir ao impulso de dar uma grande corrida em direcção ao areal, por onde se passeava, toda vaidosa, uma cadelinha loira, de pêlo encaracolado).
foi tão elogiado pelo seu "charme" e boa educação que, agora, diz que tem de arranjar um  apelido chique, apropriado às qualidades atrás referidas.
há dias - disse-nos ele - ouvi a Humana mencionar um escritor cujo apelido me assenta como uma luva: lost byron! o que acham?
a gataria não lhe deu nenhuma importância, mas a Humana prometeu-lhe que, mal tenha tempo para isso, vai aplicar na almofada dele as seguintes letras: VID (very important dog).

P.S. pedimos desculpa por tão raramente comentarmos nos vossos blogs (embora os visitemos regularmente); eu tenho tido assuntos a tratar e a Humana tem andado ocupada a gerir algumas mudanças na sua vida. mas prometemos deixar uma pegadas nas vossas casas, este fim de semana.

novembro 09, 2010

pelas ruas da memória vais, sozinho,
a procurar imagens
perdidas nos passeios.
nas janelas da ilusão
ninguém, hoje, te espera.
és sombra que com as sombras se confunde,
canção que se calou,
eco de passos débeis
em luta contra o vento,
página rasgada de uma antiga história.
por isso vais sozinho
pelas ruas da memória.

Humana
 














i just came back to say i love you
bastou uma distracção da dona para que lost, o cão rafeiro, se escapulisse pela porta entreaberta e descesse a rua com toda a velocidade que as suas ágeis patas permitiam.
quando chegou ao moderno edifício da recém-inaugurada residência de idosos, deixou de correr e seguiu, sem qualquer hesitação, pela primeira rua à direita. tinha ainda fresco, na memória, o trajecto até à morada da cadelinha daisy, com quem, para grande consternação dos donos, vivera, muito ao seu estilo, uma romântica e fugaz história de verão. daisy mandara-lhe, depois, ternos e urgentes recados, transmitidos pela canzoada da rua, que por vezes se cruzava com ela, acompanhada pelos donos nos habituais passeios de fim de tarde. mas ele ignorara-os, demasiado entretido que andava  a fazer a corte à princesa, uma caniche barulhenta e muito vaidosa, de pêlo branco, que viera morar temporariamente em casa de um vizinho.
com o passar do tempo, porém, a recordação das promessas trocadas entre ele e daisy e  da sua paixão estival fizeram-no, finalmente, resolver-se a ir ter com ela.

ei-lo que chega a casa da sua amada. chama-a, com um latido baixo, de forma a não atrair a atenção dos donos, que decerto logo o mandariam, com maus modos, embora. mas ela não responde. lost atreve-se a avançar um pouco mais e  ao espreitar pelo gradeamento que cerca o jardim vê, deitados na relva, daisy e um cocker de pêlo arruivado a deleitarem-se com os mornos raios de sol.
daisy! daisy! sou eu, o lost! prometi vir buscar-te para juntos vivermos os dias que nos restam, lembras-te?  tu e eu, estrada fora, suspiros de paixão ao luar,  cama e comida partilhada... estou aqui, daisy, pronto para cumprir a minha promessa.
ela olha-o, apenas uma vez. e há tamanha indiferença naquele olhar, que ele toma, vagaroso e abatido,sem um protesto,o caminho de regresso a casa.
quando a dona lhe abriu a porta, apercebeu-se da sua tristeza e, em vez da merecida reprimenda, afagou-o como que a consolá-lo, falou-lhe com voz meiga e serviu-lhe a sua refeição preferida.
mas, para o rafeiro lost, até aqueles mimos tiveram, nesse dia, um amargo sabor a sonhos desfeitos.
idun (texto e foto)

setembro 17, 2009

momentos de verão. 1 - lost

donaaaa! cuidado com essa onda grande! eh, belo mergulho!!!

enquanto ela se diverte, no mar, vou aproveitar para me espojar naquele montinho de caranguejos mortos. e é já!


agora, volto para o meu lugar. só espero que, no regresso a casa, abram as janelas do automóvel, para ela não me obrigar a tomar banho, por causa do pivete dos caranguejos...



ão ão
ó sujeitinho, com tanto areal livre, o que é que vens fazer para aqui?

é melhor ir deitar-me em cima do saco onde estão a minha garrafa de água e os biscoitos, não vá ele filá-los!

hummmm! olha só que linda cadelinha, a passear à beira-mar com os seus donos!
olá, boneca! podes esperar que a minha dona volte do banho, para irmos dar uma volta?
nem se dignou responder-me, a convencida! vendo bem, nem sequer é assim tão gira. agora reparo que até parece ter uma das patas traseiras mais magra do que a outra...

donaaaa! cuidado com essa onda grande! eh, belo mergulho!
que chatice! quando é que a Humana resolve sair da água ? mas quem me mandou a mim escolher esta profissão de verão? lost, guardador de pessoas, mochilas, panos de praia e chapéus de sol.

maio 23, 2009

histórias de praia - encontros, laços e nós


hoje, contrariamente às previsões do boletim meteorológico, esteve um lindo dia de sol. por isso, logo de manhã, a Humana, que tinha planeado passar o sábado em casa, foi passear na praia, e regressou carregada de pequenos tesouros: lindas pedras e bocadinhos de madeira apanhados à beira-mar, uma corda cheia de nós, a fazer de colar e, ainda, umas belas cores no rosto e um sorriso nos olhos.

disse-nos, depois, ter sido nessa mesma praia que ela conheceu, há quatro anos, o nosso rafeirinho lost.
e eu lembrei-me de ir reler um texto que a Humana lhe dedicou, nessa altura:

foste esquecido numa praia. alguém que, ocasionalmente, te foi dando restos de comida, disse-me que passavas os dias a percorrer, angustiado, o vasto areal.
a nossa história começa assim: vieste até mim, de mansinho deitaste a cabeça no meu colo. eras cansaço e tristeza, tristeza mais que humana.
dei-te um nome: lost.
estrada perdida. lost road.
gostava tanto de saber explicar-te que nunca existiu caminho para o coração dos que te abandonaram.


nota: o post abaixo, da Humana, complementa este.

março 08, 2009

i only have eyes for you

amigos, tenho grandes novidades para vos contar.

a primeira é que, desde o passado domingo, eu, a brunilde, o lost e a nossa Humana voltámos a ir viver na cidade, durante os chamados "dias úteis". ao sábado, regressamos ao nosso pequeno jardim, para passarmos o fim de semana e matarmos saudades dos meus dois filhotes e da mimosa, que lá estão, muito bem entregues a uma amiga da Humana. eu e a brunildinha achamos que a casa da cidade é agradável, sobretudo por causa do pátio, onde deve ser bom apanhar banhos de sol. mas a Humana já nos preveniu de que esta é uma situação provisória e que, mal terminem os seus afazeres na capital, nós, os meus filhotes e a mimosa voltaremos a viver juntos.
quem ficou alterado com esta mudança, foi o nosso rafeirinho, o cão lost. anda com ar distraído, não tem apetite, quase nem liga, quando a Humana tenta brincar com ele...
eu, a brunilde e a Humana bem tentamos descobrir o que se passa. mas a única coisa que a Humana garante é que ele ficou assim, desde terça-feira passada, dia em que a acompanhou ao cabeleireiro (ficando à espera dela, à porta, é claro).
e tivemos de esperar até ontem, para que o mistério ficasse esclarecido. mal chegámos aqui ao jardim, o arturzinho veio a correr ter com o lost, a dizer que havia correspondência para ele.
lost - viste se o envelope tinha remetente?
artur -bem, é de uma tal sissi...
lost (suspirando) - despacha-te e vai lá buscar a carta. ah, e depois vamos para um sítio onde ma possas ler, sem haver vários ouvidos à escuta (ao dizer isto, revirou os olhos, na nossa direcção).
pois. o lost acha-se esperto mas a verdade é que o levámos "à certa". a mimosa seguiu-os, escondendo-se entre a folhagem das plantas, e ouviu o artur ler o que estava escrito na tal carta.

"querido lost,
nem calculas como gostei de te conhecer. foi uma sorte termos os nossos números de telefone na medalha que trazemos presa à coleira, pois assim podemos cãoversar, sempre que nos apetecer; entretanto, eu pedi à minha dona que, através do serviço de informações da PT, conseguisse a tua morada.
gostei de saber que tiveste futuro garantido em hollywood, como actor. e achei bonito que tivesses desistido desse sonho, só para não te afastares da tua família. revelaste os teus bons sentimentos, não abandonando os que te amam e dependem de ti.
eu, como já te disse, sou uma diva do latido lírico e encanto multidões com este meu dom. mas abdicarei, também, da minha carreira, se tal for necessário para que fiquemos juntos para sempre.

aguardo que me telefones, quando chegares à cidade, para combinarmos um encontro. e envio, também, uma foto minha, junto da minha dona, tirada poucos minutos depois de os nossos olhares se terem encontrado- eu naquele salão e tu, lá fora, de focinho colado à montra... só tinhas olhos para mim...

patadinhas e lambidelas da tua
sissi de lapalisse "




foto: voller ernst/ the image works

abril 18, 2008

lost dean





"...menção especial para o cão lost cuja expressividade faz lembrar o saudoso james dean..."

queridos leitores, nem imaginam o berbicacho que estas palavras do amigo legível, deixadas em comentário ao meu post de 24 de março, arranjaram cá em casa.

desde que a Humana lhe leu (e releu, mais de 20 vezes, a seu pedido) esta parte do comentário que refiro, o nosso rafeiro convenceu-se de que há-de ser a próxima grande revelação da sétima arte. passa a vida a pedir-me para escrever pequenas peças, nas quais ele interprete a personagem principal. e depois, temos de aturá-lo todo o santo dia - e mesmo em dias que não sejam santos - a fazer as suas interpretações "em grande estilo", como não se cansa de nos dizer. e agora, anda a moer o juízo à Humana para o enviar para os states, com o fim de estudar nada mais, nada menos do que "O Método", ou seja, o famoso método lee strasberg. Por mais que ela tente dissuadi-lo, explicando-lhe que nunca um cão, para mais rafeirote, foi admitido no actor's studio, ele não desiste e até fica ainda mais entusiasmado. don't you see, my dear? (aqui, imita a voz e o sotaque de anthony hopkins) por isso mesmo é que eu quero tentar. se conseguir inscrever-me, logo por esse motivo já passo a ser famoso. depois, se me aplicar no estúdio, o caminho para o estrelato, faço-o num pulinho. e em pulos, as you know (agora é a voz do al pacino), eu sou exímio.

e sabem a melhor? a Humana já fez uns contactos com uns amigos que tem em nova iorque e, em breve, o lost embarca rumo aos states, para tentar a que ele considera ser a grande oportunidade da sua vida de cão.

anda felicíssimo, o nosso rafeiro, e até passou os últimos dias a escolher o seu nome artístico. james lost, acham bem? - perguntou ele. aqui, a Humana até teve um ataque de riso: ó lost, ainda te vão confundir com o james last e vais ser obrigado a compôr música ou mesmo a dirigir alguma orquestra. rimo-nos tanto que ele acabou por ficar ofendido e amuou durante alguns minutos, aproveitando depois para dormitar. e, de repente, abriu os olhos e, depois de um grande bocejo, disse à Humana:

a partir de agora, só te presto atenção quando me chamares lost dean. e vocês, seus gatos basbaques, podem rir-se de mim à vontade, que um grande actor não se deixa afectar por insignificâncias.

março 24, 2008

hoje estreei-me em fotografia

a Humana tem andado engripada e sem paciência para nos fotografar. passa a vida a beber cházinhos quentes, com limão e mel ou, então, sentada no seu cadeirão, a ler policiais.

pedi-lhe a câmara emprestada e algumas instruções acerca do seu funcionamento e resolvi começar por fotografar os meus filhotes. sei que as fotos poderiam ter ficado melhor mas, baixinha como eu sou, em comparação com a Humana, só os consigo fotografar estando mesmo ao nível deles, pois não me atrevo a tentar puxar a câmara por aquela alça que ela tem e levá-la para cima de um móvel. já viram a tragédia que era, se eu a deixasse cair? no máximo, disse a Humana, podes por-te em cima de uma cadeira! assim fiz.

bem, vejamos os primeiros resultados:





este é um dos meus filhotes, o artur. agora reparo como ele cresceu e se transformou num vivaço gatarrão. um vândalo, é o que ele é, diz a Humana. sempre pronto a arreliar o cachorro lost e a desencaminhar o irmão para patifarias. se não tivesse ficado connosco, a esta hora já teria enveredado pelos caminhos da delinquência, diz ela. que exagero! pode ser brincalhão, mas não conheço bicho mais meigo do que ele.




este é o lancelot, irmão do artur. tem, como ele, um ano de idade e ainda não perdeu o ar de bebé. é muito dependente do irmão, segue-o para todo o lado e imita tudo o que ele faz. a princípio, por brincadeira, a Humana até lhes chamava "dupont & dupond"...


o cachorro lost não gostou da ideia de ser fotografado por mim, assim tão de perto. tive de ser rápida e de me afastar, mal acabei de fazer a foto, não fosse ele dar-me uma mordidela. eheheh mas valeu a pena, correr o risco. já viram o ar de anormal com que ele ficou? esta, vai dar para eu me rir, durante muito tempo...





e, por fim, a Humana permitiu que eu a fotografasse. assentei a câmara em cima das costas do cadeirão, carreguei no botão respectivo, e aqui está ela, enfezada e de olhos baços e congestionados. afinal, não há tez minhota que consiga resistir aos efeitos de uma gripe a sério! mas nós gostamos muito da nossa Humana, mesmo em dias assim.



o artur pediu-me que eu dedicasse as fotos dele à sua querida tia lili, a humana que vive com a nossa colaboradora OIN . só porque ela lhe acha muita graça e tem, por ele, um especial afecto.

Arquivo de jardinagem